Fora Dilma – Mas não com o Impeachment


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Talvez, eu esteja escrevendo mais um texto polêmico – você perceberá ao longo do blog que essa é a minha principal característica. Pois bem, o título diz tudo que eu penso: A “era PT” acabou e não há mais condições para o partido se manter no principal cargo do país. Algo que parecia tão promissor se afundou em inúmeras acusações de corrupção, além de uma má gestão que ficou evidente nos últimos anos de Dilma no poder.

O Brasil precisa de algo novo. De alguém que chegue para apresentar ideias diferenciadas que nos faça sair desse trilho onde estamos trafegando desde o início da República. O Brasil é um país diferenciado e precisa ser tratado como tal.

Porém, apesar de tudo que está claro sobre a incompetência de Dilma, só isso não é suficiente para pedir o Impeachment da presidente. Não há nada que prove que ela foi contra àquilo que diz a constituição, principalmente, no que tange os artigos sobre a possibilidade de Impeachment. A partir do momento que algo fique claro, ok, mas antes disso, não é correto.

E também, o que vemos, em minha opinião, é um revanchismo, principalmente, por parte de Eduardo Cunha. Ele, talvez, não tenha moral ética para pedir qualquer coisa (e será que alguém lá tem?). Muita dessa revolta, além de revanchista, é segmentada. Se o PT é citado “morte”, se o PSDB é citado “silêncio”. Para mim, são dois partidos iguais que possuem apenas duas diferença: o número e a cor.

Dilma deve ir até o final do seu mandato, aos trancos e barrancos. Torço para que ela entregue a faixa numa situação, pelo menos, menor pior do que hoje, mas o Impeachment não é a saída democrática ideal para o momento do país. Fora Dilma e Fora PT, porém, no momento certo e adequado, em 2018, após uma vitória justa da oposição – que não quer dizer apenas o PSDB (torço para que não seja, e sim, uma oposição madura, inteligente, apta para o trabalho e ficha limpa).

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