Como Se Tornar Um Importador Profissional


O Brasil é um grande importador, especialmente quando se trata de suplementar o seu setor industrial com matérias-primas, máquinas e equipamentos. Neste artigo, delineamos o fluxo genérico de papelada e dinheiro no que diz respeito às importações do país.

Em uma explicação muito simples, o processo de importação é dividido em três etapas complementares e relacionados:

  • Formação Administrativa: compreende todos os procedimentos necessários para a importação, aplicados em conformidade com a operação e tipo de mercadoria a ser importado. Todos os atos são geridos pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior). É preciso envolver a autorização para processo de importação, que é concluída após a emissão de uma licença de importação, onde assim se torna um Importador Profissional.
  • Estágio de moeda: compreende o pagamento ao fornecedor em moeda estrangeira e compreende a transferência de capitais estrangeiros no exterior, o que é controlada pelo Banco Central do Brasil e é processado através de um bancário autorizado a realizar operações de câmbio.
  • Desembaraço aduaneiro: Envolve os impostos de acordo com as coleções, verificação dos documentos e é completado com a retirada das mercadorias na alfândega.

Os seguintes documentos são necessários para executar o processo de importação no Brasil. Eles são emitidos pelo importador e deve ser autorizado por organizações governamentais.

  • Licença de importação: É um documento eletrônico que deve ser preenchido na internet pelo importador ou pelo seu despachante aduaneiro, através do sistema unificado de Comércio Exterior (Siscomex).
  • Declaração de Importação: É o documento de base do apuramento importações, formalizada pelo importador através do Siscomex, no momento do desembaraço das mercadorias. A declaração de importação é necessária para todos os processos de importação e compreende o conjunto completo de informações sobre como detalhes comerciais, de câmbio e impostos, necessária para o analista da operação. Ele está no comando do banco e o importador de vincular a declaração de importação com os contratos de câmbio.

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